terça-feira, 30 de outubro de 2012

Métodos de Alfabetização e Letramento

UNIVERSIDADE estadual de ponta grossa
departamento de educação
curso de pedagogia



ANDRÉIA APARECIDA PEREIRA DA SILVA
vânia FranciellI dos santos










relatório de estágio







telêmaco borba
2012

ANDRÉIA APARECIDA PEREIRA DA SILVA
Vânia FranciellI dos santos






métodos de alfabetização e letramento


Projeto de Estágio de Formação de Docentes Modalidade Normal requisito parcial à obtenção de nota da disciplina de Estágio Curricular Supervisionado nas Disciplinas Pedagógicas do Ensino Médio do Curso de Pedagogia da Universidade Estadual de Ponta Grossa.

Tutora: Profª.  Priscila M. A. Tribeck











Telêmaco Borba
2012
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO
2 DESENVOLVIMENTO
3 CONCLUSÃO
4 REFERÊNCIAS
ANEXOS















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1 INTRODUÇÃO
            O Estágio Curricular Supervisionado no Ensino Médio na Formação de Docentes foi realizado no Colégio Estadual Wolff Klabin sito à Avenida Presidente Kennedy,  centro no Município de Telêmaco Borba – Paraná.
            A instituição oferta:
- Ensino Médio, Formação de Docentes Integrado no período matutino;
- Ensino Fundamental II do 6º ao 9º ano no período vespertino;
- Ensino Médio, Formação de Docentes Sequencial, Cursos Técnicos de Segurança no Trabalho e Enfermagem no período noturno.
            Atende     alunos de nível sócio-econômico baixo e médio. Possui uma ótima estrutura física com 2 quadras, uma coberta e outra não, pátio, salas situadas em blocos com Tv pendrive, refeitório ao ar livre, cozinha equipada, anfiteatro, biblioteca, 1 laboratório de informática, sala de professores, sala para orientação pedagógica, sala de direção, secretaria, laboratório químico e físico, rampa de acessibilidade e banheiros adaptados.
            Nossa observação aconteceu nos dias 22/23/26/27 e 28 de março de 2012, na turma 3º Semestre A,  período noturno, curso  seqüencial de Formação de Docentes com 29 alunas na faixa etária de 20 a 40 anos. Uma parcela concluiu o Ensino Médio e a outra participou do Programa PROJOVEM.
            Pelas observações, verificamos que a turma é centrada, participativa, colaborativa e realizam atividades em equipe. Há uma aluna que possui uma deficiência visual, visão subnormal.  Os textos para essa aluna são ampliados na fonte arial e tamanho 26, para que possa apropriar dos conteúdos.

           


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DESENVOLVIMENTO
            A disciplina que realizamos nossa intervenção pedagógica foi MEPA Metodologia do Ensino da Língua Portuguesa e Alfabetização. O conteúdo selecionado pela Professora Gislene Pereira da Silva foi Métodos de Alfabetização, com fundamentação teórica e metodológica:
-   Método Sintético
-  Método Analítico
-  Construtivismo
-  Letramento.
            Nosso trabalho de intervenção pedagógica contou com a elaboração de uma apostila, com os conteúdos mencionados acima numa sequencia organizada e sistemática com roteiro de trabalho docente especificando datas e conteúdos a serem aplicados pela acadêmica estagiária. E slides impressos das aulas para um melhor acompanhamento, texto de complementação todos referenciados, atividades no preenchimento de um quadro sinótico com as características de cada método. E por último,  sugestões  de atividades práticas a serem confeccionadas pelas alunas.
                        Vale ressaltar que a cada aula era mobilizada com um vídeo motivacional, dobradura ou mensagem como consta nos planos de aula em anexo.
            A seguir o relato das atividades realizadas na Intervenção Pedagógica:






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10//05/2012
MÉTODO SINTÉTICO
            A aula é iniciada com o Vídeo Motivacional  Acorde para Vencer de Ayrton Senna. Houve um breve comentário sobre os obstáculos que encontramos em nossa caminhada, e que não devemos de desistir de concretizar nossos sonhos, e que tudo é aprendizado para nosso crescimento pessoal, profissional e espiritual.
            É repassado às alunas pelo data show, os slides de definição de Método e sua origem grega. Na sequência é feito um paralelo histórico a  partir da Proclamação da República em 1889, os interesses políticos em alfabetizar a população, já que o voto seria um exercício da cidadania, porém que não abrangia mulheres, negros e analfabetos de forma democrática.
            Dando sequencia foi apresentado as características com exemplos de atividades usados no Método Sintético:
- marcha sintética da parte para o todo, soletração alfabética, método fônico e de silabação.
- a metodologia empregada: cópia, caligrafia, ortografia, ditados e formação de frases.
            E o surgimento da primeira cartilha, o livro para ensinar a ler Cartilha da Infância sua primeira edição em 1890. Os Métodos Abelhinha e Casinha Feliz, cujas histórias com seus personagens, trabalhado de forma lúdica, enfatizava a sonorização das letras e sílabas num processo fonoarticulatório.
            Durante a aula foi questionado se havia dúvidas sobre o conteúdo. Para assimilação foi solicitado o preenchimento do quadro sinótico no primeiro item Método Sintético, características e principais cartilhas.


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17/05/2012
MÉTODOS ANALÍTICO, SINTÉTICO-ANALÍTICO
            A atividade mobilizadora,  dessa aula foi a realização de uma dobradura: Coruja Cambalhota. Foi realizada no coletivo, enfatizando as formas geométricas     ( triângulo, quadrado e retângulo),  a cada passo da dobradura. E que ao finalizá-la, o segredo estava na altura certa do bico em paralelo ao trapézio na parte superior da dobradura, ou seja medidas que influenciaram no peso exato e nos dois triângulos das suas asas para que pudesse dar cambalhotas na carteira ou outra superfície plana. Somente soltá-la, sem empurrar.
            O objetivo da dobradura, a alfabetização para futuras educadoras,,independente do método aplicado requer paciência, persistência, dedicação, e um profissional pesquisador e reflexivo de suas ações pedagógicas, para que se possa obter um bom andamento em sala de aula.
            Em seguida, é apresentado os slides sobre o Método Analítico, partindo do contexto histórico da Escola Nova e posteriormente da sua criação com as seguintes características:
- a alfabetização deveria partir das unidades maiores, palavras, frases, histórias para depois trabalhar o som ;
- a estratégia era iniciar a partir do todo da compreensão global e partir para as menores ;
- subdivindo-se em palavração,  sentenciação  e conto, história (global), e dominada a leitura inicia-se a análise das palavras, tendo em vista a natureza do processo de ler.
            Foi questionado às alunas se lembravam, de qual cartilha foram alfabetizadas. A maioria não se recordava, porém tinham destaque a Cartilha Caminho Suave, um artigo de alfabetização desejado, porém acessível a poucos, por não ser distribuição gratuita nas escolas, e era vendida em livrarias.  Não como


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hoje, que há o Programa Nacional do Livro Didático, com políticas públicas que possibilitam ao aluno o acesso e manuseio do livro.
            E finalizando a aula, com a união dos métodos sintéticos-analítcos ou vice-versa, que pode ser constatado nas Cartilhas de Alfabetização das décadas de 70 e 80. Como atividade assimiladora, as alunas terminaram de completar o quadro sinótico com os  Métodos Analítico e Analítico-Sintético. Após a correção no coletivo, as alunas confeccionaram um jogo da memória com letras iniciais  da  figura associados, colorindo as duas partes no papel cartão e posteriormente recortando. Ficando uma sugestão de atividade concreta que pode ser utilizada no método analítico e sintético.
24/05/2012
CONSTRUTIVISMO

            A aula é iniciada com o Vídeo Motivacional “A Superação”, de Edgar Branco. Houve um breve comentário sobre os obstáculos que encontramos em nossa vida, e a necessidade de renovar e não desistir da busca por nossos ideais, havendo uma reflexão quanto as situações que precisamos passar para que haja  aprendizado e crescimento em todas as áreas de nossas vidas.
            Na sequencia, com o uso do recurso tecnológico (data show), a aula dá-se por slides de definição da Teoria Construtivista, conhecendo as teorias de Jean Piaget e sua seguidora Emília Ferreiro, com seus estudos desenvolvidos  em níveis do processo do construtivismo.
            Em seguida, para melhor fixação do conteúdos apresentados, as alunas foram divididas em 2 grupos para participar da atividade prática “alfabeto vivo”, com o uso do alfabeto móvel, onde realizou-se algumas perguntas relacionadas ao tema,


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o qual as respostas deveriam ser apresentadas pelo grupo com o uso do alfabeto móvel, relembrando assim, as principais  características do construtivismo.
            Como o construtivismo não requer nada pronto e acabado as alunas construíram um bingo utilizando carimbos e palavras, remetendo o construtivismo a alfabetização e o processo de aprendizagem, seguido da interação com as demais colegas de classe.
            No decorrer desta aula abriu-se espaço para tirar dúvidas e questionamentos sobre o conteúdo. Para melhor assimilação foi solicitado o preenchimento do quadro sinótico no primeiro item construtivismo e principais características.

31/05/2012
LETRAMENTO

            A atividade mobilizadora,  dessa aula foi a realização de uma dinâmica: O Garotinho chamado Amor. Foi realizada no coletivo, enfatizando a interação entre as alunas, e a concentração durante os comandos a serem executados não podendo esquecer e deixar de cumprir.
            O objetivo da dinâmica para futuras educadoras, requer concentração, interação, persistência, dedicação  e reflexão de suas ações pedagógica.      Em seguida, é apresentado os slides sobre o LETRAMENTO, partindo do contexto em que vivemos, onde estamos cercados por um mundo letrado, o qual serve para o uso social da língua, com funções específicas, querendo comunicar, exercer uma prática social.
            Foi questionado às alunas em que momentos de nossa vida entramos em contado com o mundo letrado. Pois esta prática social nos cerca desde quando nascemos, em todos os lugares e em tudo o que fazemos, há uma







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comunicação visual, escrita com uma função social de comunicar. Houve também a diferenciação entre Alfabetização e Letramento.
Para uma melhor fixação do conteúdo as alunas preencheram um quadro sinótico contendo as principais informações do letramento e suas características
Foi apresentado alguns livros do Programa Nacional do Livro Didático, com políticas públicas que possibilitam ao aluno o acesso e manuseio do livro, e realizado uma análise do livro Porta Aberta.
            E finalizando a aula, como atividade assimiladora, as alunas confeccionaram um cartaz utilizando rótulos e os inserindo em ordem alfabética, ficando esta atividade como sugestão do letramento, onde até os rótulos tem função de comunicar, ou seja, uma prática social.













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3  CONCLUSÃO: REFLEXÃO SOBRE A PRÁTICA


            O Estágio Curricular Supervisionado nas Disciplinas Pedagógicas do Ensino Médio na Formação de Docentes, foi uma experiência enriquecedora para nós futuras pedagogas. Nos permitiu uma visão ampla da práxis com a teoria a prática articulada a aprendizagem na formação técnica das futuras educadoras.
            Necessitou uma dedicação para elaboração do Projeto e Planos de Aula, como momentos de pesquisa, reflexão, seleção de textos, materiais e referências bibliográficas. Foi de suma importância a utilização dos livros Fundamentos Teóricos e Metodológicos de Alfabetização e Psicologia, na fundamentação teórica, histórica e descrição dos métodos.
            O embasamento teórico, contemplou a elaboração de uma Apostila para as alunas contemplando o roteiro de trabalho docente das acadêmicas estagiárias, reprodução impressa dos slides utilizados nas aulas,  textos referentes ao método, exercícios de assimilação, sugestões de atividades e confecção de materiais                             (como exemplo concreto de cada método).
            Fomos elogiadas pela Professora Gislene Pereira da Silva, responsável pela Disciplina Metodologia do Ensino da Língua Portuguesa e Alfabetização pela organização das pastas muito bem elaboradas com a fundamentação teórica, atividades propostas e explicação dos conteúdos de forma clara e objetiva.
            Pudemos avaliar nosso trabalho através de uma auto avaliação com a participação das alunas, sendo distribuída a cada aula uma ficha com duas perguntas objetivas se gostaram ou não da aula, assinalando  “sim” ou “não”. E a segunda pergunta com elogios, sugestões ou críticas. Pelos dados coletados o nível de satisfação em relação as aulas foi positivo pela maioria das alunas.
            Sendo assim, concluímos mais uma etapa do Estágio Curricular Supervisionado, que nos proporcionou uma rica experiência, no contexto de Formação de Docentes, sendo acadêmicas estagiárias mediadoras e articuladoras da teoria e prática pedagógica, numa das etapas tão importante que é a alfabetização. Ela que possibilita a

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crianças, jovens e adultos, através da leitura e escrita a exercerem sua cidadania num processo inclusivo de acesso a leitura de mundo na sua apropriação e compreensão como função
           
           
























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4 REFERÊNCIAS

MORAN. José Manuel, A Educação que desejamos: Novos desafios e como chegar lá, Campinas –SP. Papirus, 2007, , p. 167-169.

Proposta Pedagógica Curricular do Curso de Formação de Docentes da Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental, em Nível Médio, na Modalidade Normal. Disponível em http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/diretrizes/diretriz_formacao_docentes.pdf  acesso em 29/04/2012.

RAUPP, Eliane Santos, Giselle Cristina Smaniotto. Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Alfabetização e Língua Portuguesa 1. Ponta Grossa: UEPG/NUTEAD, 2011. 176p. IL.













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ANEXOS















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                             Universidade Aberta do Brasil
                           Universidade Estadual de Ponta Grossa
                                Núcleo de Tecnologia e Educação Aberta e a Distância

 Plano de aula


Acadêmico: Andréia Aparecida Pereira da Silva
                     Vânia Franielli dos Santos
Campo de estágio: Colégio Estadual Wolff Klabin
Supervisor técnico: Profª Gislene Pereira da Silva
Disciplina: Metodologia do Ensino da Língua Portuguesa e Alfabetização
Série/Turma: 3º Semestre A – Noturno

Data: 10/05/2012.

Duração da aula:  19h às 21h10 - 100 minutos


CONTEÚDO: Método Sintético.

Esquema do conteúdo:

- Definição de Método
- Método de alfabetização sintético
- Primeiras Cartilhas
-Método Abelhinha
- Método Casinha Feliz



Organização social da classe/formas de agrupamento:
As carteiras serão organizadas em grupo para acompanhamento da aula e posteriormente realização da atividade sugerida.


Objetivos:
- Compreender o processo histórico da alfabetização brasileira.
- Identificar o método como o resultado de objetivos definidores de conceitos.
- Compreender o método sintético como  uso fônico e de silabação e introdutor das primeiras cartilhas.






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Mobilização:

A aula será iniciada como o vídeo motivacional de Ayrton Senna Acorde para Vencer, o piloto brasileiro campeão mundial de automobilismo, relata a importância de perseverar em seus objetivos independente das  dificuldades.


Desenvolvimento:
A apresentação do conteúdo será apresentada em slides no data show, seguindo a ordem, conforme explicação da acadêmica:
1 -  O que é método
2 -  Método Sintético
3 -  Características do Método Sintético
4 -  Leitura e Escrita
5 -  Cartilhas Breve Histórico
6 – Método Abelhinha
7 – Método Casinha Feliz


Síntese Integradora:
Após a explicação e respostas para as dúvidas que surgirem, será realizada uma atividade completando um quadro sinótico onde consta o primeiro método estudado nessa aula e suas características, conforme texto estudado.
Em seguida a elaboração de um jogo de memória com imagens e sílabas como exemplo de atividade utilizada no método sintético.


Material utilizado:
- Data show
- pen drive
- tesoura
- lápis de cor
- texto e atividades em folhas de sulfite.



Referências Bibliográficas:

RAUPP, Eliane Santos, Giselle Cristina Smaniotto. Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Alfabetização e Língua Portuguesa 1. Ponta Grossa: UEPG/NUTEAD, 2011. 176p. IL.



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                                         Universidade Aberta do Brasil
                           Universidade Estadual de Ponta Grossa
                                Núcleo de Tecnologia e Educação Aberta e a Distância

        Plano de aula


Acadêmico: Andréia Aparecida Pereira da Silva
Campo de estágio: Colégio Estadual Wolff Klabin
Supervisor técnico: Profª Gislene Pereira da Silva
Disciplina: Metodologia do Ensino da Língua Portuguesa e Alfabetização
Série/Turma: 3º Semestre A – Noturno

Data: 17/05/2012.

Duração da aula: 19 h às 21h 10  - 100 minutos


CONTEÚDO: Método Analítico.

Esquema do conteúdo:
- Concepção histórica e metodológica de Escola Nova.
- Definição e Características de Método Analítico.
- Exemplos de Cartilhas usadas nesse método.



Organização social da classe/formas de agrupamento:
As carteiras serão organizadas em grupo para acompanhamento da aula e posteriormente realização da atividade sugerida.


Objetivos:
- Compreender o processo histórico da concepção de Escola Nova.
- Identificar o método como a valorização da leitura frases e textos.
- Compreender o método analítico como método global.


Mobilização:

A aula será iniciada com a dobradura no coletivo Coruja Cambalhota. O objetivo dessa mobilização é considerar a importância em adquirir o conhecimento e transmiti-lo de forma lúdica e criativa com nossas crianças, descobrindo o segredo na própria dobradura, a que impulsiona a dar cambalhota.




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Desenvolvimento:
A apresentação do conteúdo será apresentada em slides no data show, seguindo a ordem, conforme explicação da acadêmica:


Síntese Integradora:
Após a explicação e respostas as dúvidas que surgirem, será realizada uma atividade completando um quadro sinótico onde consta o segundo método estudado nessa aula e suas características, conforme texto estudado.


Material utilizado:
- Data show
- pen drive
- papel sulfite nas medidas    ( dobradura)
- texto impresso



Referências Bibliográficas:

RAUPP, Eliane Santos, Giselle Cristina Smaniotto. Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Alfabetização e Língua Portuguesa 1. Ponta Grossa: UEPG/NUTEAD, 2011. 176p. IL.











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                                         Universidade Aberta do Brasil
                           Universidade Estadual de Ponta Grossa
                                 Núcleo de Tecnologia e Educação Aberta e a Distância

Sugestões de Atividades


1- Jogo da memória: o par deve ser idêntico e, em ambas as peças, deve haver a figura acompanhada do nome.

2 - Cruzadinha: A professora monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança escreva seus nomes.

3 - Bingo de letras: as cartelas devem conter letras variadas. Algumas podem conter só letras do tipo bastão; as outras, somente cursivas; e outras, letras dos dois tipos, misturadas.

4 - Bingo de palavras: as cartelas devem conter palavras variadas. Algumas podem conter só palavras do tipo bastão; as outras, somente cursivas; e outras,  letras dos dois tipos.
5 - Quebra cabeça de rótulos: a professora monta quebra cabeças de rótulos e logomarcas conhecidas e, na hora de montar, estimula a criança a pensar sobre a “ordem das letras”.
6 - Adivinha qual palavra é: A professora fala uma palavra (BATATA) e os alunos repetem omitindo a sílaba inicial (TATA) ou a final (BATA).

7 - Dominó de palavras: em cada parte da peça deve estar uma palavra, com a respectiva ilustração.

8 - Quantas sílabas? A professora fala uma palavra e a criança risca no papel de acordo com o número de sílabas (ou faz bolinhas).

9 - Caça palavras no texto: a professora dá um texto ao aluno e destaca palavras a serem encontradas por ele, dentro do texto.

10 -  Treino de rimas

Várias cartas com figuras de objetos que rimam de três formas diferentes são colocadas diante das crianças. Por exemplo, pode haver três terminações: /ão/, /ta/, /ço/. Cada criança deve então retirar uma carta, dizer o nome da figura e colocá-la numa pilha com outras figuras que tenham a mesma rima. O teste  serve para mostrar as palavras que terminam com o mesmo som. Ao separá-las de acordo com o seu final, juntam-se as figuras em três pilhas com palavras de terminações diferentes.

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Texto de Fundamentação Teórica
 1  -  MÉTODOS DE ALFABETIZAÇÃO SINTÉTICOS
                        Os Métodos Sintéticos foram desenvolvidos e aplicados em um momento em que a escola, como instituição, estava sendo inicialmente organizada; apresentava, portanto, precárias condições de funcionamento e estrutura. A maioria da população era analfabeta e as exigências de leitura eram quase nulas, afinal, não havia necessidade de “politizar” a população. Não se buscava formar leitores, afinal, não havia textos  só palavras soltas.
            Para o ensino da leitura, utilizavam-se, nessa época, métodos de marcha sintética ( da “parte para o todo”) : da soletração (alfabético) partindo do nome das letras; fônico (partindo dos sons correspondentes às letras); e da silabação e emissão de sons), partindo das sílabas.  Dever-se-ia, assim iniciar o ensino da leitura com a apresentação das letras e seus nomes  método da soletração/alfabético, ou de sons método fônico ou das famílias silábicas método da silabação, sempre de acordo com certa ordem crescente de dificuldade.  Posteriormente reunidas as letras ou sons em sílabas, ou conhecidas as famílias silábicas, ensinava-se a ler palavras formadas com essas letras e/sons ou sílabas e por fim ensinavam-se frases isoladas ou agrupadas. Quanto à escrita, esta se restringia à caligrafia e ortografia, e seu ensino, à cópia, ditados e formação de frases, enfatizando-se o desenho correto das letras.
            As primeiras cartilhas brasileiras, produzidas no final do século XIX, sobretudo por professores fluminenses e paulistas a partir de sua experiência didática,                                                         baseavam-se nos métodos de marcha sintética de soletração, fônico e de silabação e circularam em várias províncias/estados do país por muitas décadas.
            O Método Sintético era dividido em:
- Alfabético ou da Soletração: método mais antigo, empregado desde a Grécia, tem como a unidade principal a letra. Sua sequência parte de uma ordem crescente de dificuldade, iniciando por unidades menores, as letras do alfabeto, que devem ser decoradas. O objetivo maior da soletração é ensinar a combinatória de letras e sons. O método se baseia em estímulos visuais e auditivos, valendo-se da memorização. O
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nome da letra é associado á forma visual, as sílabas são memorizadas e, com elas formam palavras. Principal Cartilha: Cartas do ABC.
- Fônico : neste processo os alunos são ensinados a produzir oralmente sons representados pelas letras e uni-los,  o ponto de partida neste método são também as palavras mais simples e mais curtas, compostas por dois sons apenas, representados por duas letras depois, estudam-se as palavras de três letras ou mais. Decodificar sons na leitura, e codificar sons, na escrita é a ênfase do método. Principais cartilhas: Método da Abelhinha e A Casinha Feliz.
- Método Silábico:  parte também das unidades menores, mas agora da sílaba. A ênfase continua nos mecanismos de decodificação e codificação, na memorização e não na compreensão, pois o objetivo é decorar as famílias silábicas, unindo as sílabas e formando palavras, depois, formando ou somente decodificando frases artificiais do tipo Eva viu a uva ou Vovô vê o ovo ou O boi baba para apresentar as famílias do va ve vi vo vu e do ba be bi bo bu.
            Segundo Carvalho(2007), ao comparar a Carta do ABC método da soletração e a Cartilha da Infância método da silabação, afirma haver pouca diferença entre elas. A principal segundo Carvalho, é que na primeira não aparecem frases, só palavras mas  o mecanismo da leitura é o mesmo. Principal cartilha: Cartilha da Infância.

2 - MÉTODOS DE ALFABETIZAÇÃO ANALÍTICOS
            O Método Analítico tem como unidade a palavra, a frase e o texto. De acordo com Carvalho (2007, p.32) a Escola Nova foi um movimento educacional renovador, iniciado no final do século XIX e difundido na Europa e nos Estados Unidos, no final do século XIX, que inspirou   transformações significativas na teoria e na prática educacional.
            A Escola Nova,  valorizava a leitura e preconizou a utilização dos métodos globais. Estes são fundamentados na psicologia Gestalt, ou psicologia da forma, cuja crença é a de que a criança tem uma visão sincrética ou globalizada da realidade e
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tende, portanto, a perceber o todo, o conjunto, antes de captar os detalhes, valorizando-se os materiais voltados para a leitura de unidades maiores: frases e textos.
            A estratégia era iniciar a partir do todo, da compreensão global partir para as partes menores. No entanto, a crítica que se faz a esses métodos foi o encaminhamento dado a eles nas escolas e nos livros didáticos, ou seja, acabaram por focalizar em demasia, assim como os sintéticos, as partes , as unidades menores, desconsiderando o todo, pois  este mesmo quando partia das frases e textos, acabava apenas sendo pretexto para se chegar às famílias silábicas, as quais deveriam ser também memorizadas e decodificadas assim por diante.















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CONCLUSÃO
            Numa via alternativa, evoluíram e ganharam legitimidade outras propostas chamadas ecléticas ou mistas. São os chamados métodos analíticos-sintéticos, que tentam combinar aspectos de ambas as abordagens teóricas, ou seja, enfatizar a compreensão do texto desde a alfabetização inicial, como é próprio dos métodos analíticos ou globais e paralelamente identificar os fonemas e explicitar sistematicamente as relações entre letras e sons, como ocorre nos métodos fônicos do método sintético.
            A partir de 1934, as cartilhas passaram a se basear predominantemente em métodos mistos ou ecléticos (analítico-sintético ou vice-versa) e começaram a produzir os manuais do professor acompanhando as cartilhas .  Constituindo um ecletismo processual e conceitual em alfabetização ( aprendizado da leitura e escrita) envolve obrigatoriamente uma questão de “medida”, e o método de ensino se subordina ao nível de maturidade das crianças em classes homogêneas. A escrita continuou sendo entendida como uma questão de habilidade caligráfica e ortográfica, que deve ser ensinada simultaneamente à habilidade de leitura; o aprendizado de ambas demandava um período preparatório, que consistia em exercícios de discriminação e coordenação viso-motora e auditivo-motora.









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Referência Bibliográfica:
 RAUPP, Eliane Santos, Giselle Cristina Smaniotto. Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Alfabetização e Língua Portuguesa 1. Ponta Grossa: UEPG/NUTEAD, 2011. 176p. IL
                                                                      
























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Atividade de Assimilação do Conteúdo Estudado
1 – Complete o Quadro Sinótico com as características, metodologia e cartilhas dos Métodos Sintético, Analítico e Método Sintético-Analítico:

A)   Método Sintético
Características
Metodologia
Principais Cartilhas









B)   Método Analítico
Características
Metodologia
Principais Cartilhas










C)   Método Sintético-Analítico
Características
Metodologia
Principais Cartilhas












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                                         Universidade Aberta do Brasil
                           Universidade Estadual de Ponta Grossa
                                 Núcleo de Tecnologia e Educação Aberta e a Distância

Plano de aula

Acadêmico: Vânia Francielli dos Santos
                     Andréia Aparecida Pereira da Silva
Campo de estágio: Colégio Estadual Wolff Klabin
Supervisor técnico: Profª Gislene Pereira da Silva
Disciplina: Metodologia do Ensino da Língua Portuguesa e Alfabetização
Série/Turma: 3º Semestre A – Noturno

Data: 24/05/2012.

Duração da aula: início 19h às 21h10min - 100 minutos

CONTEÚDO:  Construtivismo.

Esquema do conteúdo:
- Definição de Construtivismo;
- Principais autores do Construtivismo: Emilia Ferreiro e Piaget;
- Contribuições de Emilia Ferreiro sobre a aquisição e o desenvolvimento da escrita;
- Níveis do processo de construção da escrita pela criança por Emilia Ferreiro;

Organização social da classe/formas de agrupamento:
As carteiras serão organizadas em grupo para acompanhamento da aula e posteriormente realização da atividade sugerida.

Objetivos:
- Compreender a Teria Construtivista;
- Identificar o método como a valorização da leitura frases e textos;
- Conhecer os níveis de processo do construtivismo;

Mobilização:
relata a importância de perseverar em seus objetivos independente das  dificuldades ir em busca das transformações. O referido vídeo afirma que Renovar é preciso ainda que custe dores sofrimentos mas é necessário renovar para que continuemos vencer, a lutar e trilhar por novos caminhos e assim quem sabe alcançar a vitoria. A águia nos ensina que é preciso renovar.



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                                            Universidade Aberta do Brasil
                           Universidade Estadual de Ponta Grossa
                                 Núcleo de Tecnologia e Educação Aberta e a Distância

Construtivismo de Jean Piaget e Emilia Ferreiro
Segundo Ferrari (2008), as descobertas de Piaget sobre os processos de aquisição de conhecimento e sobre os mecanismos de aprendizagem da criança, aliada aos estudos e pesquisas de Emilia Ferreiro, que estudou e trabalhou com Jean Piaget, possibilitaram a descoberta de que as crianças possuem um papel ativo na construção de seu conhecimento, surgindo assim a palavra construtivismo.
Para Moreira (2009), na teoria do pesquisador Piaget, o desenvolvimento cognitivo se da por assimilação e acomodação. Quando o organismo assimila, ele incorpora a realidade a seus esquemas de ação, impondo-se ao meio, e no processo de assimilação o organismo (a mente) não se modifica. Por exemplo, quando se mede uma distância, usa-se o esquema – conhecimento - “medir” para assimilar, ou compreender, uma situação. Porém, o conhecimento que se tem da realidade, o esquema “medir”, não é modificado, a pessoa continua com a mesma visão do esquema “medir”. Quando a pessoa não consegue assimilar determinada situação, o organismo (a mente) desiste ou se modifica. Se modificar, ocorre a acomodação, levando a construção de novos esquemas de assimilação e resultando no desenvolvimento cognitivo.
Conforme Moreira (2009), na teoria de Piaget, só há aprendizagem quando o esquema de assimilação sofre acomodação. Portanto, para modificar os esquemas de assimilação é necessário propor atividades desafiadoras que provoquem desequilíbrios e reequilibrações sucessivas, promovendo a descoberta e a construção do conhecimento.
Para Ferrari (2008), a pesquisadora Emilia Ferreiro, apoiada nos pressupostos das descobertas de Piaget, enfoca que apenas a capacidade de diferenciar ou reconhecer sons e sinais ou a leitura de palavras simples não é capaz modificar o esquema de assimilação das crianças e assim, ocorrer a aprendizagem,        
                                                                                                                                                                  
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é necessário que a criança compreenda o sentido do que é feito, que ela experimente e construa seu conhecimento.
Construtivismo é uma teoria a respeito do aprendizado. Adotado pela aluna de Jean Piaget, a psicóloga Emília Ferreiro, nascida na Argentina em 1936. Partindo da teoria do seu mestre, ela pesquisou o processo mental pelo qual as crianças aprendem a ler e a escrever, colocando o nome de construtivismo na sua teoria. Emilia Ferreiro se restringiu a desenvolver uma teoria científica. No Brasil, a partir da década de 80, escolas começaram a utilizar o construtivismo em sala de aula, e mudaram a forma de alfabetizar as crianças. No construtivismo existe um sujeito que conhece e o conhecimento se constrói pela ação desse sujeito, sendo que, o ambiente tem um papel muito intenso nessa atuação de construção de ocorrências de aprendizagem dentro das quais o educando vai produzir seu saber.
É uma das novas propostas pedagógicas de alfabetização sob o prisma da lógica infantil. Em síntese, as crianças não aprendem do jeito que são ensinadas. Conhecer e construir são ações que necessitam de projetos de assimilação e acomodação, num procedimento estável de reorganização baseada em condições concretas do aluno, no conhecimento dos momentos de seu desenvolvimento em afinidade aos esquemas de elaboração mental, respeitando os seus pontos de partida e a sua individualidade dentro do contexto coletivo em que está inserido.
Destacamos que o Construtivismo explica como a inteligência humana se desenvolve tendo como subsídio o desenvolvimento da inteligência alicerçado pelas interações entre o ser humano e o meio, incluindo as idéias de descobrir, inventar, redescobrir, criar.
 O Construtivismo parte da idéia de que nada, está pronto e acabado, e o conhecimento não é algo terminado, destacando o papel ativo da criança no aprendizado, onde os conhecimentos são construídos pelos alunos mediante o estímulo ao desafio, ao desenvolvimento do raciocínio, à experimentação, à pesquisa e ao trabalho coletivo.

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Quadro de Resumo
Teoria
Construtivista
Métodos
- Por meio de experiências, pesquisas e métodos de solução de problemas.
Aprendizagem
- Obtida pelo desequilíbrio do organismo, que na busca do equilíbrio reestruture as estruturas cognitivas e aprenda
- Resultado de uma interação, na qual o sujeito procura ativamente compreender o mundo que o cerca, e que busca resolver os problemas.
Papel do professor
- Mediador
- Criador de conflitos
- Orientador
Papel do aluno
Ativo
Contribuições
- Oferece oportunidade para reflexão.
- A função do professor deve ser a de criar situações favorecedoras de aprendizagem, a construção do conhecimento pelos alunos é fruto de sua ação, o que faz com que eles se tornem cada vez mais autônomos intelectualmente.
- O professor passa a ser o mediador, deixa de ser aquele que detém os conhecimentos.
Conclusão
O desenvolvimento cognitivo é resultado de situações e experiências desconhecidas advinda da interação com o meio, onde a pessoa individualmente procura compreender e resolver as interrogações. Nesse sentido, o professor deve conhecer as estruturas cognitivas do aluno e criar atividades desafiadoras e adequadas que provoque desequilíbrios, para que o aluno procurando o reequilíbrio e tendo a oportunidade de agir se reestruture e aprenda. O aluno exerce um papel ativo e constrói seu conhecimento sob orientação do professor,  buscando informações, propondo soluções, confronta-as com as de seus colegas, defende-as e as discutindo. Possibilitando criar estratégias para desenvolver um aluno com autonomia, crítico e pesquisador.







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Biografia
Emilia Ferreiro nasceu na Argentina em 1936. Doutorou-se na Universidade de Genebra, sob orientação do biólogo Jean Piaget, cujo trabalho de epistemologia genética (uma teoria do conhecimento centrada no desenvolvimento natural da criança). A partir de 1974, Emilia desenvolveu na Universidade de Buenos Aires uma série de experimentos com crianças que deu origem às conclusões apresentadas em Psicogênese da Língua Escrita.


As crianças de 4 aos 6 anos seguem uma seqüência lógica básica na alfabetização.  Os níveis são:

a) Nível I – Fase das Garatujas: fase em que escrever é reproduzir traços típicos da escrita. Valoriza a intenção da criança em escrever, não havendo relação de escrita e som.
b) Nível II - pré-silábica: as garatujas começam a ficar mais próximas das letras. Usam desenhos que simbolizam letras.
b) Nível III - escrita silábica: cada letra vale por uma sílaba. A escrita representa partes sonoras da fala.
c) Nível IV - silábico-alfabética: a criança passa a construir sozinha hipóteses silábicas e começa a compreender a relação entre a totalidade e as partes, e entre as letras e os sons. 
d) Nível V - escrita alfabética: a criança, reconhece que não se pode adivinhar o que está escrito, é necessário reconhecer os fonemas e as letras. Começa a escrever com princípios alfabéticos, sem resíduos silábicos e usando as letras com seu valor fonético convencional.



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      Renovar é preciso ainda que custe dores sofrimentos mas é necessário renovar para que continuemos vencer a lutar e trilhar por novos caminhos e assim quem sabe alcançar a vitoria. A águia nos ensina que é preciso renovar.
      Renovar é preciso ainda que custe dores sofrimentos mas é necessário renovar para que continuemos vencer a lutar e trilhar por novos caminhos e assim quem sabe alcançar a vitoria. A águia nos ensina que é preciso renovar.
      Renovar é preciso ainda que custe dores sofrimentos mas é necessário renovar para que continuemos vencer a lutar e trilhar por novos caminhos e assim quem sabe alcançar a vitoria. A águia nos ensina que é preciso renovar.
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      Renovar é preciso ainda que custe dores sofrimentos mas é necessário renovar para que continuemos vencer a lutar e trilhar por novos caminhos e assim quem sabe alcançar a vitoria. A águia nos ensina que é preciso renovar.
      Renovar é preciso ainda que custe dores sofrimentos mas é necessário renovar para que continuemos vencer a lutar e trilhar por novos caminhos e assim quem sabe alcançar a vitoria. A águia nos ensina que é preciso renovar.
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                                            Universidade Aberta do Brasil
                           Universidade Estadual de Ponta Grossa
                                 Núcleo de Tecnologia e Educação Aberta e a Distância
Plano de aula

Acadêmico: Vânia Francielli dos Santos
                     Andréia Aparecida Pereira da Silva
Campo de estágio: Colégio Estadual Wolff Klabin
Supervisor técnico: Profª Gislene Pereira da Silva
Disciplina: Metodologia do Ensino da Língua Portuguesa e Alfabetização
Série/Turma: 3º Semestre A – Noturno

Data: 31/05/2012.

Duração da aula: Início 19h às 21h10min - 100 minutos

CONTEÚDO:  Letramento.

Esquema do conteúdo:
- Definição de Letramento ;
- O processo de Letramento baseado nos estudos de Magda Soares;
- Análise do Livro Porta Aberta – Letramento e Alfabetização Linguística das autoras: IsabellaCarpaneda e Angiolina Bragança, usado na rede municipal de ensino de Telêmaco Borba que enfatiza o Letramento.


Organização social da classe/formas de agrupamento:
As carteiras serão organizadas em grupo para acompanhamento da aula e posteriormente realização da atividade sugerida.

Objetivos:
- Verificar a importância do letramento na formação educacional.
- Identificar o método como a valorização da leitura frases e textos.
- Utilizar o conceito de letramento para organizar a prática escolar e aperfeiçoar o processo ensino-aprendizagem da língua portuguesa e dos demais códigos.

Mobilização:
A aula será iniciada com a dinâmica do texto O GAROTINHO CHAMADO AMOR. O objetivo dessa mobilização é considerar a importância em adquirir o
conhecimento e transmiti-lo de forma lúdica e criativa às nossas crianças, descobrindo a importância do letramento em nosso cotidiano, de forma prazerosa.


Desenvolvimento:
A apresentação do conteúdo será apresentada em slides no data show, seguindo a ordem, conforme explicação da acadêmica.


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                                        Universidade Aberta do Brasil
                           Universidade Estadual de Ponta Grossa
                                 Núcleo de Tecnologia e Educação Aberta e a Distância

Síntese Integradora:

Após a explicação e respostas as dúvidas que surgirem, será realizada uma atividade completando um quadro sinótico onde consta o segundo método estudado nessa aula e suas características, conforme texto estudado.
Logo, as alunas deverão estar em grupos de até 5 elementos para realizar a análise do Livro Didático “Porta Aberta”.
Em seguida as alunas irão construir um cartaz em ordem alfabetica utilizando rótulos diversos, observando as letras do alfabeto como uso  social da escrita.

Material utilizado:
- Data show
- pen drive
- texto impresso
- diversos rótulos
- cartaz
- tesoura
- cola
- sugestões de atividades

Referências Bibliográficas:
KLEIMAN, A. B. (org.) Os significados do letramento: uma nova perspectiva sobre a prática social da escrita. Campinas, Mercado das Letras, 1995.
___________ “Programa de educação de jovens e adultos” In Educação e Pesquisa – Revista da Faculdade de Educação da USP. São Paulo, v. 27, n.2, p.267 – 281. 
LEITE, S. A. S. (org.) Alfabetização e letramento – contribuições para as práticas pedagógicas. Campinas, Komedi/Arte Escrita, 2001.
RIBEIRO, V. M. (org.) Letramento no Brasil. São Paulo: Global, 2003.
SOARES, M. B. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte, Autêntica, 1998.
____________ “Língua escrita, sociedade e cultura: relações, dimensões e perspectivas”, Revista Brasileira de Educação, n. 0, 1995, pp. 5 – 16.
STREET, B. V. Literacy in theory and Practice. Cambridge, University Press, 1984.
TFOUNI, L.V. Letramento e alfabetização. São Paulo, Cortez,1995

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                                               Universidade Aberta do Brasil
                           Universidade Estadual de Ponta Grossa
                                 Núcleo de Tecnologia e Educação Aberta e a Distância



Anexos:
DINÂMICA: O GAROTINHO CHAMADO AMOR
Era uma vez um garotinho chamado AMOR. Ele sonhava sempre com um mundo diferente: cheio de ÉTICA.
Um certo dia, AMOR teve um sonho revelador que a vida e o seu mundo só teriam sentido, quando todos colocassem em prática a SOLIDARIEDADE e a PAZ. Ao acordar, AMOR partiu em busca de construir sua utopia.
Chegando ao colégio onde estudava, encontrou seus amigos com um sorriso nos lábios e cheios de PAZ. Neste instante, AMOR começou a perceber que o sorriso dos seus amigos transmitia a PAZ e que a SOLIDARIEDADE e a ÉTICA existem no interior de cada um de nós, basta saber resgatá-la e compartilhá-las com todos. Neste momento, um amigo perguntou:
- AMOR, você encontrou o mundo cheio de ÉTICA que procurava?
- Sim encontrei! Ele existe na nossa essência humana, basta sabermos nos colocar no lugar do outro e assim o AMOR,  a PAZ, a ÉTICA, a SOLIDARIEDADE, neste mundo brotarão.
E assim, com muita PAZ desejamos que todos vocês sejam BEM-VINDOS!

COMANDOS:

AMOR = Abraços
SOLIDARIEDADE = Cumprimentar o colega sorrindo
ÉTICA = Aperto de mão
PAZ = Encostar a cabeça no ombro
BEM-VINDOS = Bater Palmas


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MODELO DE ANÁLISE DO LIVRO PORTA ABERTA:

O livro didático é ainda a fonte de acesso ao ‘saber institucionalizado’ de que dispõem professores e alunos” (Carmagnani, apud Peralta, 1999, p. 127)

Disciplina:
Português
Nível
Ensino Fundamental
Objetivo:
Esta obra tem como objetivo fundamental oferecer ao professor um material didático-pedagógico prático, contendo a sistematização dos passos essenciais da alfabetização para auxiliar a alfabetizar de modo simples, lúdico e prazeroso. Para que a criança saiba usar a linguagem oral e a escrita nas mais diversas situações são apresentados diversos tipos de textos: quadrinhas, poemas, cartazes, placas de rua, parlendas, entre outros.

A obra está dividida em:
-símbolos
-o alfabeto
-letra de forma e letra cursiva
-vogais e consoantes
-encontros vocálicos
-sons nasais
-palavras-chave etc.
A estrutura da obra permite a aquisição gradativa da escrita e da leitura.
Título do Livro:
Livro - Porta Aberta - Português - Alfabetização

Subtítulo:
Atividades
ISBN:
8532250033
Páginas:
248
Editora:
Ftd
Ano
2003
Código de Barras:
9788532250032












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SUGESTÃO  DE ATIVIDADE:

AGORA É A SUA VEZ DE REALIZAR A ANÁLISE DO LIVRO DIDÁTICO:

ALUNAS:
Disciplina:


Nível


Objetivo:


A obra está dividida em:

Título do Livro:

Subtítulo:


Páginas:


Editora:


Ano


Código de Barras:













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